Ed Sheeran lança música em homenagem a amigo morto

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O cantor Ed Sheeran lançou o single F64, em homenagem a um amigo já morto, Jamal Edwards, que foi músico, DJ, diretor, filantropo e fundador da plataforma SBTV, na qual Sheeran ganhou fama há mais de 10 anos. "Yo Jam, esta é uma carta para você", canta Sheeran ao se referir ao colega morto em fevereiro do ano passado, aos 31 anos, de arritmia cardíaca após tomar drogas recreativas - a canção é em ritmo de rap. "Desde a última vez que conversamos, tornei-me pai de dois filhos, tento viver a vida com um sorriso, mas isso tem sido mais difícil de fazer. Porque tudo que quero fazer é falar sobre você, mas as lágrimas não me deixam falar", continua a canção. O trabalho chega acompanhado de um clipe oficial, filmado à noite no estádio Stamford Bridge vazio, com o nome de Jamal escrito nas arquibancadas - casa do Chelsea FC, de quem Edwards era torcedor de longa data. Sheeran aparece no campo, iluminado por várias velas. Edwards apostou na música de Sheeran no início de sua carreira e colocou um vídeo dele se apresentando no YouTube em 2010. Isso chamou a atenção de seu agora empresário, Stuart Camp, e lhe rendeu um contrato com a gravadora Atlantic.

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A Neuralink, empresa de implantes cerebrais, de Elon Musk, está em busca de voluntários ao redor do mundo para testar seu chip que permite que as pessoas controlem computadores com a "força do pensamento". A inscrição pode ser feita de qualquer país por meio do site da Neuralink.

Segundo publicação no X, pacientes tetraplégicos, ou que possuem alguma condição que não conseguem usar os braços ou as pernas, estão aptos para se inscrever no histórico de pacientes da Neuralink para o teste chamado de Prime Study.

Até agora, a companhia de Musk já implantou três chips desse tipo em cérebros humanos.

O objetivo do teste é avaliar como pacientes com limitações motoras poderiam controlar máquinas com o uso, apenas, do pensamento. Musk é um entusiasta do uso da inteligência artificial (IA) para o desenvolvimento de tecnologias como essa.

*Mariana Cury é estagiária sob supervisão do editor Bruno Romani

No próximo sábado, 12, o Resistência do Asfalto Moto Clube estará realizando mais uma Ação Solidária para recolhimento de alimentos que, posteriormente, serão entregues a instituições de caridade em forma de cestas básicas. Local: Restaurante Nação Nordestina na Rua Kaneda,886 a 894, altura do 2.600 da Av. Alberto Byngton /Vila Maria , das 10h às 17h.

Contamos com a presença de todos!

As hospitalizações de crianças pequenas por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) tiveram um aumento em vários Estados do País, de acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira, 3.

O painel considera dados referentes ao período de 23 a 29 de março e indica que a alta está possivelmente associada ao vírus sincicial respiratório (VSR).

Segundo o boletim, 10 Estados e o Distrito Federal apresentaram níveis de incidência de SRAG em alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas e possuem tendência de crescimento. São eles: Acre, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Norte e Roraima.

Amazonas, Mato Grosso, Tocantins e Sergipe também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta ou risco, mas com sinal de estabilização no longo prazo.

Com relação às capitais, 12 apresentaram níveis alarmantes de SRAG com tendência de crescimento: Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Florianópolis, Macapá, Palmas, Rio Branco, Rio de Janeiro, São Luís e Vitória.

O boletim também destaca a manutenção do crescimento de casos de hospitalizações por SRAG em crianças de até 2 anos nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste.

A SRAG é uma complicação respiratória causada pelo agravamento de alguma infecção viral. O quadro afeta os pulmões e causa uma série de sintomas graves, como baixa saturação, calafrios e dificuldade para respirar.

Diante do aumento de hospitalizações, o recomendado é usar máscaras N95 ou PFF2 quando sintomas de gripe ou resfriado aparecerem. Também é indicado usar o equipamento de proteção dentro de unidades de saúde, onde há uma maior exposição aos vírus.

Rinovírus e influenza

Outro vírus que tem circulado bastante, principalmente no Norte e Centro-Oeste, é o rinovírus. Os principais afetados são crianças e adolescentes com idades entre 2 e 14 anos.

O boletim não registrou um aumento no número de casos graves relacionados ao vírus influenza, causador da gripe. Mas é provável que ocorra um crescimento nas próximas semanas. A Fiocruz recomenda que todas as pessoas, principalmente aquelas que integram o grupo de risco, estejam em dia com a vacinação - em São Paulo, a campanha contra gripe já começou e as doses estão disponíveis nos postos de saúde.

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência foi de 45,2% de casos positivos para VSR, 34,4% de rinovírus, 7,9% de influenza A, 1,9% de influenza B e 14,2% de Sars-CoV-2 (causador da covid-19). Quanto aos óbitos, a prevalência foi de 3,6% de VSR, 14% de rinovírus, 10,9% de influenza A, 2,1% de influenza B e 62,7% de Sars-CoV-2.

VSR e rinovírus

O VSR é um dos principais causadores de bronquiolite, uma infecção viral aguda que afeta os bronquíolos, pequenas ramificações nos pulmões.

No início, o vírus pode provocar sintomas semelhantes aos de um resfriado comum, como tosse, dor de cabeça e coriza. Com o tempo, ele alcança as vias aéreas inferiores e passa a causar sintomas respiratórios mais graves, como a bronquiolite.

A doença provoca inflamação e acúmulo de muco, dificultando a respiração. Conforme progride, surgem sinais como respiração acelerada, chiado no peito e agravamento da tosse. Em casos mais severos, ela pode evoluir para insuficiência respiratória e levar à morte.

Já o rinovírus é o agente viral mais comumente associado a infecções no trato respiratório. De fácil transmissão, é responsável pela maioria dos resfriados e costuma circular durante todo o ano, com maior incidência na primavera.

O vírus não costuma provocar complicações, mas em pacientes com comorbidades, especialmente crianças pequenas, pode evoluir para quadros mais graves.