Alexandre Ramagem (PL-RJ): 'Vamos virar essa eleição e ir para o 2º turno'

Política
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O candidato à Prefeitura do Rio pelo Partido Liberal (PL), Alexandre Ramagem, disse que ainda confia em uma virada nas eleições cariocas, apesar das pesquisas mostrarem uma grande vantagem para o atual prefeito, Eduardo Paes (PSD-RJ). Ele chegou para votar pontualmente às 8h, em uma escola da zona oeste da cidade, acompanhado do ex-presidente Jair Bolsonaro e do filho dele, Carlos Bolsonaro.

Ao chegar, Ramagem afirmou que foi o candidato que mais andou no Rio de Janeiro, e que apesar de ter iniciado a campanha com índices baixos, aos poucos foi crescendo e tem chances de chegar ao segundo turno.

"Fomos crescendo e vamos virar no segundo turno", disse ao chegar ao local de votação.

De acordo com Ramagem, a pesquisa feita pela Atlas mostrou que nos votos válidos, o atual prefeito, Eduardo Paes, tem 53,3% e ele 35,1%. Ao lado de Bolsonaro, Ramagem disse que acredita nas urnas e que vai virar o jogo.

"Atlas mostrou a gente muito acima, com viés de alta, e a atual prefeitura descendo. O PL está fazendo várias cidades no segundo turno...acredito nas urnas, a gente está competindo e vai confiar, vai ganhar com as urnas", afirmou o candidato do PL.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, nesta terça-feira, 25, que também pretende comprar minerais de territórios da Rússia.

O comentário do republicano, em entrevista aos jornalistas no Salão Oval, ocorreu após ele afirmar que se o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, quiser vir à Washington para tratar do acordo com os EUA, seria bem recebido. "O acordo é sobretudo sobre minerais raros."

O presidente americano assinou ainda nesta terça-feira uma ordem executiva que restabelece a exigência de publicação online por hospitais de custos de serviços médicos.

A juíza do Tribunal Distrital dos EUA, Loren AliKhan, bloqueou na terça-feira, 25, indefinidamente a administração do presidente Donald Trump de congelar o financiamento federal anteriormente concedido.

A decisão afeta organizações sem fins lucrativos, grandes e pequenas, nos EUA, que financiam desde a mitigação de inundações até cuidados a idosos e pré-escolas.

A decisão do tribunal federal de Washington foi em resposta a um pedido de liminar contra o governo, solicitado pela organização sem fins lucrativos Democracy Forward em nome de várias outras organizações sem fins lucrativos e proprietários de pequenas empresas.

As organizações sem fins lucrativos procuraram uma ação mais enérgica por parte dos tribunais depois de a Casa Branca ter indicado que ainda planejava prosseguir com um congelamento do financiamento, mesmo depois de o Escritório de Gestão e Orçamento (OMB, na sigla em inglês) ter revogado um memorando que originalmente bloqueava os recursos e à medida que aumentavam as provas de que agências como a Fundação Nacional de Ciência, a Agência de Proteção Ambiental e a Agência Federal de Gestão de Emergências não tinham retomado totalmente o financiamento, de acordo com o processo judicial do Democracy Forward.

Depois que o memorando do OMB foi revogado no final de janeiro, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse nas redes sociais que a ação "NÃO era uma rescisão do congelamento do financiamento federal. É simplesmente uma rescisão do memorando do OMB".

A Casa Branca não respondeu aos pedidos de comentários na terça-feira.

Nesta terça-feira, 25, a Casa Branca informou que Amy Gleason era a administradora interina do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês). Gleason é ex-funcionária do U.S. Digital Service, que Donald Trump rebatizou como Doge por meio de uma ordem executiva.

Todavia, o Congresso não criou o Doge e não confirmou alguém para dirigi-lo. Em vez disso, Trump disse na semana passada que assinou a ordem que o criou e colocou o bilionário Elon Musk no comando. A cláusula exige que os líderes dos órgãos federais sejam formalmente nomeados pelo presidente e confirmados pelo Senado.