'BBB 25': João Gabriel sugere que João Pedro indique Camilla ao paredão

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Com a formação do próximo paredão se aproximando, os participantes do BBB 25 voltaram a discutir estratégias dentro da casa. Durante uma conversa entre Eva, Diogo, João Pedro e João Gabriel, possíveis alvos foram mencionados, e a dinâmica da votação ganhou novos contornos.

Eva começou comentando sobre Diego e sua relação com o grupo do Quarto Nordeste. "Não tenho como saber, porque eu não converso muito de jogo com o pessoal lá do meu quarto. Mas o que eu senti ontem foi que o Diego não estava tão feliz assim. Ele comentou algo do tipo: 'Ah, porque eu fui julgado lá?' Como se ele não tivesse feito o que foi sugerido a ser feito. E aí ele falou que joga o jogo dele, com a cabeça dele", relatou Eva.

Diogo, por sua vez, mencionou um comentário que ouviu na varanda: "Ela falou algo do tipo: 'Acho que lá no quarto tem quatro votos', mas não sei para quem é."

No decorrer da conversa, João Gabriel sugeriu que João Pedro considerasse colocar Camilla no paredão, após o irmão comentar que a sister votaria neles. "Então bota no paredão aí, bota no paredão, bota a Vitória!", disse inicialmente. João Pedro confirmou sua intenção: "Uai! Ué, eu vou botar a Vitória."

Ainda assim, João Gabriel mencionou Camilla como uma alternativa. "E a mesma coisa a Camilla. Não bota? Bota no paredão. Bota no paredão. Bota, que não vota na Vitória!", disse.

Eva também comentou sobre a posição de Camilla no jogo. "A Camilla não tem medo de ser indicada, porque ela nunca é votada por quase ninguém. A gente que está decidindo votar nela aqui, mas nos outros paredões ela nunca recebe voto, entendeu?"

Entenda os últimos acontecimentos

Desde a última formação de paredão, o jogo passou por mudanças significativas, com alianças abaladas e novas estratégias sendo traçadas. Camilla, Thamiris e Vitória Strada, que antes jogavam juntas, se desentenderam após a votação, quando Thamiris questionou a escolha de Vitória e apontou que a atriz agiu de forma individualista ao não priorizar os aliados.

Paralelamente, João Pedro venceu a Prova do Líder e começou a definir seus alvos. Em uma conversa recente, ele afirmou que Vitória será sua indicação ao paredão, justificando que não gostou da postura dela na última dinâmica de votação. No entanto, a conversa com João Gabriel levantou a possibilidade de Camilla também ser considerada como uma alternativa.

Além disso, a disputa pelo Poder Curinga adicionou um novo elemento à estratégia dos participantes. Camilla venceu o leilão e poderá influenciar o jogo antes da formação do paredão, o que pode mudar o rumo das indicações e impactar os próximos passos da liderança de João Pedro.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a Lei Maria de Penha se aplica a casais homoafetivos formados por homens e a mulheres travestis e transexuais.

Sancionada em 2006, a Lei Maria da Penha prevê medidas de combate à violência doméstica. Originalmente, a legislação foi criada pensando na proteção das mulheres vítimas de agressões no ambiente familiar.

O STF definiu que "todos os tipos de entidades familiares" devem ser protegidos pela lei.

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"Entendo que, independentemente da orientação sexual da mulher, a proteção especial da lei vale tanto para as mulheres vítimas de violência doméstica quanto para lésbicas, travestis e transexuais com identidade social feminina que mantêm relação de afeto em ambiente familiar", escreveu o ministro.

No caso dos casais homoafetivos formados por homens, o STF entendeu que, muitas vezes, há nessas relações uma dinâmica de subordinação que reproduz violências de relações heterossexuais. Os ministros aplicaram o conceito de "ideia sociológica de gênero", que tem a ver com a diferenciação social entre os papéis dos homens e das mulheres.

"Considerando que a Lei Maria da Penha foi editada para proteger a mulher contra violência doméstica, a partir da compreensão de subordinação cultural da mulher na sociedade, é possível estender a incidência da norma aos casais homoafetivos do sexo masculino, se estiverem presentes fatores contextuais que insiram o homem vítima da violência na posição de subalternidade dentro da relação", votou Moraes.

O Supremo Tribunal Federal concluiu que há omissão do Congresso Nacional em legislar sobre o tema, o que na avaliação dos ministros pode gerar uma lacuna na proteção e punição contra a violência doméstica. A decisão atendeu a um pedido da Associação Brasileira de Famílias HomoTransAfetivas (ABRAFH). O julgamento ocorreu no plenário virtual.

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"Se a pergunta é 'ele está fora de perigo?': não. Se depois vocês nos perguntam se neste momento ele está em perigo de vida, a resposta, de qualquer forma, é não. Agora ele passou 20 minutos, foi do seu quarto até a capela para rezar. Porém, a situação realisticamente é esta: ele é o Papa, mas também é um homem", afirmou o médico Sergio Alfieri.

Questionado por um jornalista qual é a maior preocupação, os médicos alertaram que existe o risco de que os germes das vias respiratórias entrem em sua corrente sanguínea, causando sepse.