Fabiana Justus mostra reação das filhas após raspar cabelo: 'Crianças sempre surpreendem'

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Após contar ter tomado a decisão de raspar o cabelo em meio a um tratamento contra leucemia, a influenciadora Fabiana Justus compartilhou a reação das filhas, Chiara e Sienna, de 5 anos, ao lhe verem pela primeira vez com o cabelo raspado. Filha do empresário Roberto Justus, ela mostrou um vídeo sobre o processo nesta segunda-feira, 12, no Instagram.

Fabiana comentou que sua maior preocupação era em relação a como as filhas lidariam com a situação. "Queria tentar transformar em algo leve, queria muito que elas entendessem. Graças a Deus, as crianças sempre nos surpreendem", escreveu.

A influenciadora relatou ter conversado com as filhas com uma peruca até contar sobre a mudança. O marido de Fabiana, Bruno Levi D'Ancona, leu um livro para as crianças sobre uma mãe "que ficou dodói e tomou um remédio que cai o cabelo". "Criança precisa dessa parte mais visual para entender", disse.

Depois de Bruno comentar sobre o assunto com elas, a influenciadora fez uma chamada de vídeo, ainda de peruca, em que respondeu a perguntas das filhas sobre o assunto. "Fui explicando que, se o cabelo cai, significa que o remédio está fazendo efeito, que ele está deixando a mamãe mais forte, e isso é algo muito bom", completou.

Fabiana, então, fez nova ligação em que inicialmente apareceu de lenço e, depois, mostrou o cabelo raspado para as crianças. Ela celebrou a reação das meninas. "Foi muito mais leve e tranquilo do que imaginei. Achei importante prepararmos elas antes, para não levarem um susto", comentou.

A influenciadora ainda contou que as três combinaram de raspar o cabelo de Bruno quando Fabiana puder ir para casa entre os tratamentos. Além de Chiara e Sienna, os dois também são pais de Luigi, de 5 meses.

Assista ao vídeo publicado por ela clicando aqui.

Diagnóstico de leucemia

Em janeiro, Fabiana compartilhou em suas redes que foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda, condição que descobriu em ida ao pronto-socorro por causa de dor nas costas e febre. "Estou muito confiante, minha família, meus amigos e principalmente meus médicos me deram muita confiança", afirmou.

Ela também relatou como está se sentindo após o diagnóstico: "Obviamente, tem momentos que fico mais baqueada. Eu ainda não entendi direito o que está acontecendo. Quando eu acordo aqui no hospital, lembro que isso é verdade. Porque, até então, às vezes vem o sentimento de que 'tô' num pesadelo, vou acordar e não vai ser isso".

Emocionada, falou também do processo de desmame do filho Luigi e sobre a dificuldade de ficar longe das gêmeas Chiara e Sienna. Durante o primeiro estágio do tratamento, as visitas devem ser controladas.

"O que mais está me doendo é ter que ficar longe dos meus filhos, mas também sei que é uma fase e isso vai passar. Os meus médicos, inclusive, deixaram meus filhos me visitarem de vez em quando, tomando todos os cuidados, porque eu vou ter que ficar mais isolada", explicou.

Fabiana é filha do empresário Roberto Justus com a também empresária Sacha Chryzman. Ele comentou no vídeo de Fabiana: "Meu amor! Vai dar tudo certo! Você é guerreira! Todos estamos te mandando muita energia positiva. Não posso estar aí com você fisicamente pelas razões que você explicou, mas estou sempre ao seu lado. Te amo". A mãe, Sacha, também mandou suas energias positivas pelos comentários.

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A Polícia Federal (PF) informou ter cumprido nove mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira, 21, nas cidades de Mossoró, no Rio Grande do Norte, Quixeré e Aquiraz, no Ceará. A PF diz que a ação mirava "possíveis envolvidos no fornecimento de apoio" a dois detentos que escaparam do presídio federal situado na cidade potiguar na semana passada.

Uma pessoa foi presa por força de um mandado de prisão temporária pedido pela PF em Mossoró. Na mesma cidade, durante as buscas uma pessoa com mandado de prisão anterior em aberto foi localizado e detido. "Em uma das residências alvo das buscas (em Aquiraz), havia drogas, armamentos e munições. Houve uma prisão em flagrante", informou a polícia, totalizando três presos.

Segundo apurou o Estadão, na manhã desta quinta-feira, 22, o preso detido por força de mandado foi submetido a uma audiência de custódia e a sua prisão foi mantida.

"Foram apreendidos ainda telefones celulares e um veículo que, supostamente, teria sido utilizado no auxílio aos criminosos para fornecimento de armamento a ser empregado na fuga", acrescentou em nota a PF.

O órgão detalhou que, além do inquérito policial, permanece em andamento a operação de recaptura, "integrada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen/MJSP), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte e Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, representada pela Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros".

Ainda há o reforço da Força Nacional de Segurança Pública, além de policiais dos Estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Goiás, apontou a PF.

As buscas por Deibson Cabral Nascimento, de 34 anos, e Rogério Mendonça, de 36, os primeiros detentos a conseguir fugir de um presídio federal na história do Brasil, chegaram nesta quinta-feira ao nono dia. Segundo as investigações, eles são integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. As condições da fuga são investigadas pela Polícia Federal.

O Estadão revelou que o governo federal contratou uma empresa em nome de um "laranja" para fazer obras de manutenção no presídio, que passava por ao menos três intervenções quando dois presos fugiram. Havia movimentação interna para ampliação do pátio de banho de sol, para uma adaptação na recepção de visitantes e, ainda, uma ampliação do alojamento de policiais penais.

A Terra Indígena Yanomami registrou 363 mortes em 2023, mesmo após a ação de uma força-tarefa do governo federal para conter a crise humanitária no local. O número é maior que o registrado em 2022, quando houve notificação de 343 mortes. Diante da gravidade do cenário, o governo anunciou nesta quinta-feira, 22, a criação de um hospital indígena em Boa Vista, sem data para conclusão, e 22 unidades básicas de saúde que devem ser entregues ainda neste ano.

Em janeiro do ano passado, o governo federal decretou estado de emergência na Terra Indígena Yanomami após altos índices de morte principalmente por malária e desnutrição. O governo realizou operações para a retirada de garimpeiros e reabriu seis dos sete polos-base existentes no território Yanomami. Apesar disso, o governo reconheceu que as ações não deram conta de sanar a crise.

"O ano de 2023 não foi suficiente para a gente resolver toda a situação instalada ali, com a presença do garimpo, com a presença de quase 30 mil garimpeiros convivendo ali diretamente no território, aliciando e violentando os indígenas, impedindo que as equipes de saúde chegassem ali. Agora a gente sai desse estado de ações emergenciais e passamos ao estado de ações permanentes a partir da instalação da Casa de Governo em Boa Vista", argumentou a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara.

Embora tenha retirado cerca de 80% dos garimpeiros ilegais do território Yanomami no ano passado, no início de 2024, um ano após decretar estado de emergência, parte dos criminosos retornou ao local.

O governo não informou, no entanto, qual o número atualizado de garimpeiros na Terra Indígena Yanomami. As atividades do garimpo contaminam os rios, afastam animais utilizados na alimentação dos indígenas e favorecem a disseminação da malária, já que os poços abertos funcionam como criadouros do mosquito transmissor. Esses aspectos estão na raiz do número alto de mortes dos indígenas.

As autoridades do governo afirmaram que a quantidade de mortes em 2023 na área deve ser ainda maior. Isso porque as ocorrências podem estar subnotificadas uma vez que profissionais de saúde não conseguem chegar a todas as localidades.

Além disso, características étnicas do povo Yanomami, que têm rituais de cremação para os mortos, podem dificultar o registro dos óbitos.

Segundo as autoridades, esses elementos indicam ainda que dados de 2022 não são seguros já que a maior parte dos polos-base de saúde estava fechada, impedindo a notificação das mortes. A estimativa é de que também em 2022 tenha havido mais do que 343 mortes.

"Tínhamos sete polos fechados, se não há profissionais de saúde, as mortes são perdidas, não conseguimos ter no sistema a informação. Consideramos 2023 o nosso marco zero", disse a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel. "Temos a certeza que temos subnotificação, mas agora sabemos que temos diagnóstico do que estava acontecendo no território."

Diante da defasagem dos dados, o governo fará em 2024 um Inquérito de Saúde Indígena em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para corrigir as distorções.

De acordo com o secretário de saúde indígena, Weibe Tapeba, enquanto o IBGE mapeou 27,1 mil indígenas no Censo, os dados do Ministério da Saúde indicam que há 31 mil no território Yanomami.

O Ministério da Saúde aumentou em 53% o número de profissionais da Saúde no território, passando de 690 para 1.058 entre 2022 e 2023. O número de médicos também passou de 9 para 28. A pasta também aplicou 59 mil doses de vacina nos indígenas.

Ainda não há previsão de custos e nem de prazo para a conclusão do hospital indígena em Boa Vista, mas a expectativa é que as obras comecem neste ano.

O secretário explicou que o Ministério da Saúde deve celebrar uma parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebeserh) e com a Universidade Federal de Roraima (UFRR) para implantação da unidade.

"Temos um protocolo de entrada, de assistência, dos ambientes hospitalares, de pensar inclusive o perfil dos profissionais de saúde, de intérpretes, de um modelo de assistência que de fato seja diferenciado, de redários. Estamos buscando esse diálogo com a própria população indígena para desenvolver um projeto de hospital indígena que consiga assegurar as particularidades da população Yanomami e dos hospitais indígenas de Roraima", explicou Tapeba.

Uma espaçonave não tripulada desenvolvida pela Intuitive Machines, com sede em Houston, pousou na superfície lunar na noite de quinta-feira, 22, a primeira vez que um veículo dos EUA pousou lá em mais de 50 anos.

O veículo Odysseus, transportando dispositivos comerciais e de pesquisa, desceu da órbita lunar para pousar na região do polo sul da lua, de acordo com uma transmissão ao vivo da Nasa.