Cleveland Cavaliers derrota Charlotte Hornets e alcança 15 vitórias consecutivas na NBA

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Darius Garland marcou 25 pontos, Ty Jerome igualou seu recorde de carreira com 24 e o Cleveland Cavaliers permaneceu invicto na temporada da NBA, ao vencer por 128 a 114 o Charlotte Hornets na noite deste domingo em seu ginásio. Evan Mobley teve 23 pontos e 11 rebotes e Jarrett Allen somou 21 e 15 rebotes para Cleveland.

 

O Cleveland Cavaliers é o quarto time a conquistar 15 vitórias iniciais, juntando-se ao Golden State Warriors (2016), Houston Rockets (1994) e Washington Capitols (1949). O recorde da liga pertence aos Warriors com 24 seguidas.

 

Embora quisessem manter sua sequência de vitórias, os Cavaliers sentiram que o descanso de Donovan Mitchell era mais importante. É uma longa temporada com jogos mais importantes pela frente, e o técnico Kenny Atkinson, que ainda não perdeu com Cleveland, disse que seguir o plano sem Mitchell era uma prioridade.

 

Os Cavaliers quase não perderam o ritmo com a ausência de Mitchell, que vinha de uma performance de 37 pontos, a melhor da temporada. Uma das muitas vantagens durante a sequência de vitórias é que está permitindo que Atkinson desenvolva ainda mais seu banco de reservas.

 

LaMelo Ball teve 31 pontos e 12 assistências, e Miles Bridges marcou 19 para os Hornets, que lutaram muito no segundo tempo, mas não conseguiram manter o ritmo no final.

 

Cleveland acertou 67% dos arremessos de quadra (26 de 39) no primeiro tempo. Jerome empatou seu melhor desempenho da carreira com oito assistências.

 

Charlotte visita o Brooklyn Nets nesta terça-feira em um jogo da NBA Cup, no mesmo dia em que os Cavaliers jogam contra os Celtics.

 

Cleveland lidera com folga a Conferência Leste com 100% de aproveitamento, enquanto Charlotte, com 5 vitórias e 8 derrotas, ocupa a nona colocação.

 

Em Oklahoma, P.J. Washington acumulou 27 pontos e 17 rebotes, o recorde da carreira, e o Dallas Mavericks, mesmo sem o astro armador Luka Doncic, venceu o Oklahoma City Thunder por 121 a 119.

 

Washington teve uma média de pouco mais de oito pontos e sete rebotes por jogo antes desta apresentação, mas se destacou na ausência de Doncic, que estava fora com o joelho direito machucado.

 

Kyrie Irving marcou 23 pontos e ajudou o Dallas a acertar 48% dos arremessar de quadra. Shai Gilgeous-Alexander marcou 36 pontos e Jalen Williams acrescentou 27 para o Thunder, que entrou na noite com um recorde de 11-2, o melhor da Conferência Oeste.

 

Depois de estar perdendo por 112 a 98 com pouco mais de seis minutos para o final, Oklahoma se recuperou e chegou a 121 a 118. Os Mavericks cometeram falta em Gilgeous-Alexander com 4,3 segundos restantes. Ele acertou o primeiro lance livre, mas errou de propósito o segundo. Após o rebote, Lu Dort teve a chance de dar a vitória para Oklahoma, mas, desequilibrado, errou uma cesta de 3 pontos no estouro do cronômetro.

 

Dallas aproveitou ao máximo sua vantagem de tamanho, superando o Thunder por 53 a 29 nos rebotes. Os visitantes acertaram 30 de 36 lances livres, enquanto o Thunder fez 19 de 25.

 

Com a derrota, Oklahoma ficou com 11 vitórias e três derrotas e caiu para a segunda colocação na Conferência Oeste. Já Dallas conquistou a sétima vitória em 14 jogos.

 

O Dallas Mavericks recebe o New Orleans nesta terça-feira, mesmo dia em que o Thunder visita San Antonio Spurs.

 

Confira os resultados da noite deste domingo:

 

Minnesota Timberwolves 120 x 117 Phoenix Suns

Indiana Pacers 119 x 110 Miami Heat

Cleveland Cavaliers 128 x 114 Charlotte Hornets

Washington Wizards 104 x 124 Detroit Pistons

Memphis Grizzlies 105 x 90 Denver Nuggets

Portland Trail Blazers 114 x 110 Atlanta Hawks

New York Knicks 114 x 104 Brooklyn Nets

Chicago Bulls 107 143 x Houston Rockets

Oklahoma City Thunders 119 x 121 Dallas Mavericks

Los Angeles Clippers 116 x 105 Utah Jazz

 

Acompanhe os jogos desta segunda:

 

Detroit Pistons x Chicago Bulls

Miami Heat x Philadelphia 76ers

New York Knicks x Washington Wizards

Toronto Raptors x Indiana Pacers

Milwaukee Bucks x Houston Rockets

Phoenix Suns x Orlando Magic

Sacramento Kings x Atlanta Hawks

Los Angeles Clippers x Golden State Warriors

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Dormir bem é importante para a saúde de homens e mulheres com sobrepeso, mostra um estudo publicado recentemente no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Pessoas com excesso de peso que ficam acordadas até muito tarde tendem a ter um risco maior de síndrome metabólica - conjunto de condições que elevam o risco de doenças cardíacas, diabete, derrame e outros problemas crônicos.

 

"Nossa pesquisa mostra que as interrupções no relógio biológico interno do corpo podem contribuir para consequências negativas à saúde de pessoas que já podem ser vulneráveis pelo peso", disse a principal autora do estudo, Brooke Shafer, pesquisadora de pós-doutorado do Laboratório de Sono, Cronobiologia e Saúde da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon. Além disso, o sono ruim produz diferentes riscos à saúde entre homens e mulheres, mostram os resultados.

 

A PESQUISA

 

Para o estudo, foram recrutados 30 voluntários com um IMC maior que 25, o que os colocou na categoria de sobrepeso ou obesidade. A equipe usou amostras de saliva para descobrir o horário da noite em que o corpo de cada pessoa começava a produzir o hormônio melatonina, que inicia o processo de adormecer. Os participantes registraram então seus hábitos de sono nos sete dias seguintes.

 

Os pesquisadores avaliaram a diferença de tempo entre o início da melatonina e o tempo médio de sono para cada voluntário para determinar se a janela entre esses fatores era estreita ou ampla. Uma janela estreita significa que alguém adormece pouco após o início da melatonina, e uma ampla significa o oposto. A estreita sugere ainda que a pessoa está ficando acordada até muito tarde para o seu relógio biológico interno, conforme o estudo.

 

HOMENS E MULHERES

 

Homens que adormeciam mais perto do início da melatonina tendiam a ter níveis mais altos de gordura abdominal, mais triglicerídeos gordurosos no sangue e um risco geral mais alto de síndrome metabólica do que homens que dormiam mais cedo e melhor, mostram os resultados.

 

Mulheres com uma janela de sono curta tinham maior gordura corporal geral, níveis elevados de açúcar no sangue e frequência cardíaca de repouso mais alta, descobriram os pesquisadores.

 

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Eli Lilly anunciou nesta terça-feira, 20, que os dados preliminares de um estudo em estágio final mostraram que seu medicamento para perda de peso reduziu significativamente o risco de progressão para diabetes tipo 2 entre adultos com pré-diabetes e obesidade ou sobrepeso. Após o anúncio, a ação da empresa avançava 2,27% no pré-mercado em Nova York, Às 9h10 (de Brasília).

 

Em nota, a farmacêutica americana afirma que os resultados derivam de uma pesquisa de três anos para avaliar a eficácia e segurança de uma dose semanal de tirzepatide, ingrediente da injeção Zepbound e do medicamento para diabetes Mounjaro. O levantamento foi conduzido com 1.032 adultos com pré-diabetes e obesidade ou sobrepeso.

 

Segundo a Eli Lilly, a aplicação do medicamento em tratamento de longo prazo conseguiu "reduzir significativamente" o risco de progressão para diabete tipo 2, em 94%. Além disso, o medicamento também levou a uma redução significativa do peso em uma média de 15% a 22,9%, dependendo da dosagem, em comparação com a redução de 2,1% em pacientes que receberam placebo.

 

No entanto, pacientes que abandonaram o tratamento com tirzepatide após um período de 17 semanas voltaram a ganhar peso e a ampliar riscos de progressão para diabetes tipo 2. Contudo, esses participantes ainda mantiveram 88% menos probabilidade de desenvolver a doença, em comparação aos adultos que tomaram o placebo.

 

As vendas dos medicamentos para diabetes e perda de peso Mounjaro e Zepbound, da Eli Lilly, tornaram-se um fator fundamental para o desempenho da farmacêutica, com os lucros do segundo trimestre superando amplamente as expectativas. Somente as vendas do Mounjaro mais do que triplicaram, passando para US$ 3,09 bilhões no segundo trimestre deste ano, de US$ 979,7 milhões no ano anterior. *Com informações da Dow Jones Newswires.

De acordo com boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira, 7, o número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), aumentou 75% nas últimas quatro semanas. Entre os dias 25 de fevereiro e 2 de março, especificamente, a doença disparou em todas as regiões do Brasil. A pesquisa mostra ainda que os vírus causadores mudam conforme a região - entre eles estão o coronavírus (causador da covid-19), influenza (gripe) e o vírus sincicial respiratório (VSR).

 

Enquanto no Centro-Sul predomina a covid-19, nas regiões Sudeste e Sul, além da covid-19, há também um aumento nos casos de influenza, indicando uma coexistência de ambas as doenças. Já no Norte e Nordeste, o influenza também apresenta um crescimento significativo, principalmente entre a população adulta. Os dados foram levantados com base no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe).

 

Com relação ao VSR, a pesquisa apontou o ressurgimento do vírus em todas as regiões do País, com a possibilidade de associação ao retorno às aulas. Esse vírus é conhecido por ser o principal responsável pela bronquiolite em bebês, doença respiratória comum e altamente contagiosa, caracterizada por sintomas como tosse persistente e dificuldade respiratória. "Nesse caso, crianças com até 2 anos são as principais infectadas, mas também é importante destacar o risco de para idosos", afirmou Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

 

Em 2024, foram notificados 13.636 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), dos quais 5.285 (38,8%) apresentaram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 5.576 (40,9%) foram negativos e 1.955 (14,3%) aguardavam resultado laboratorial. Dentre os casos positivos, 68,6% foram atribuídos à covid-19. Em seguida veio o vírus sincicial respiratório, responsável por 11,4% dos casos. Influenza A correspondeu a 9,3% dos registros e influenza B, a 0,3%.

 

Gomes também ressaltou que a incidência de SRAG por covid-19 impacta mais fortemente as crianças de até 2 anos e a população com 65 anos ou mais. "Por outro lado, a mortalidade decorrente da doença tem sido especialmente elevada entre os idosos, com predominância da infecção pelo coronavírus", afirmou o especialista.

 

Cuidados e prevenção

 

Com relação à covid e à gripe, a Fiocruz ressalta que a vacinação segue sendo o principal meio de enfrentamento. Além disso, a instituição destacou a eficácia do uso de máscaras do tipo N95 e PFF2, que reduzem o risco de contrair vírus respiratórios, especialmente em unidades de saúde, que possuem grande circulação de pessoas infectadas.

 

Outra recomendação é buscar atendimento médico em caso de surgimento de sintomas parecidos com resfriados, principalmente aqueles que fazem parte de grupo de risco, para que sejam encaminhados para tratamento adequado à eventual doença.