De deputados estaduais à governadores: Confira os aliados de Bolsonaro que foram ao ato na Av. Paulista neste domingo

Política
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O ato em apoio a Jair Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista neste domingo, 25, reuniu deputados estaduais, deputados federais, senadores e governadores aliados do ex-presidente. Do trio elétrico em uma das vias mais importantes da capital paulista, alguns deles discursaram para uma multidão de 600 mil pessoas, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP).

 

O ex-chefe do Executivo convocou a manifestação após se tornar alvo de investigação da Polícia Federal (PF) sobre a suposta participação dele em tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

 

Dezenas de parlamentares da oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estiveram no ato. Quatro chefes de Executivos estaduais também estiveram na Avenida Paulista para manifestar apoio a Bolsonaro.

 

Autoridades estavam identificadas com uma pulseira verde, que garantia o acesso do convidado especial ao palanque principal e a outro auxiliar, em trios elétricos alugados pelo pastor Silas Malafaia, idealizador da manifestação. O direito de discursar, porém, foi restrito a sete pessoas, incluindo Bolsonaro.

 

Veja quem esteve presente no ato em apoio a Jair Bolsonaro:

 

Governadores e vices

 

- Jorginho Mello (PL-SC);

- Romeu Zema (Novo-MG);

- Ronaldo Caiado (União Brasil-GO);

- Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP);

- Celina Leão (PP-DF), vice-governadora;

- Felício Ramuth (PSD-SP), vice-governador.

 

Senadores

 

- Carlos Heinze (PP-RS);

- Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro;

- Cleitinho (Republicanos-MG);

- Flávio Bolsonaro (PL-RJ);

- Jorge Seif (PL-SC);

- Magno Malta (PL-ES);

- Marcos Pontes (PL-SP), ex-ministro de Ciência e Tecnologia de Bolsonaro;

- Marcos Rogério (PL-RO);

- Marcos do Val (Podemos-ES);

- Rogério Marinho (PL-RN), ex-ministro do Desenvolvimento Regional de Bolsonaro.

 

Deputados federais

 

- Alberto Fraga (PL-DF);

- Alexandre Ramagem (PL-RJ), pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro;

- André Fernandes (PL-CE);

- Carla Zambelli (PL-SP);

- Carlos Jordy (PL-RJ), pré-candidato à prefeitura de Niterói;

- Carlos Portinho (PL-RJ);

- Caroline de Toni (PL-SC);

- Delegado Eder Mauro (PL-PA);

- Eduardo Pazuello (PL-RJ);

- Gilvan da Federal (PL-ES);

- Gustavo Gayer (PL-GO), pré-candidato à prefeitura de Goiânia;

- Helio Lopes (PL-RJ);

- Marcel van Hattem (Novo-RS);

- Marco Feliciano (PL-SP);

- Nikolas Ferreira (PL-MG);

- Ricardo Salles (PL-SP), ex-ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro;

- Sargento Fahur (PSD-PR).

 

Deputados estaduais

 

- Caporezzo (PL-MG);

- Delegada Sheila (PL-MG);

- Lucas Bove (PL-SP);

- Tomé Abduch (Republicanos-SP).

 

Outras autoridades

 

- Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo e pré-candidato à reeleição;

- Marina Helena (Novo), pré-candidata à Prefeitura de São Paulo;

- Padre Kelmon (PRD), ex-presidenciável e pré-candidato à Prefeitura de São Paulo;

- Arthur Virgílio, ex-senador e ex-prefeito de Manaus;

- Deltan Dallagnol (Novo-PR), deputado cassado;

- João Roma (PL-BA), ex-ministro da Cidadania de Bolsonaro;

- Major Vitor Hugo (PL-GO), ex-deputado federal;

- Marcelo Queiroga (PL-PB), ex-ministro da Saúde de Bolsonaro.

 

Quem discursou no ato

 

Além do ex-presidente, que foi o último a falar, discursaram no ato a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, os deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e Nikolas Ferreira (PL-MG), o senador Magno Malta (PL-ES), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e Malafaia.

 

O primeiro discurso foi de Michelle, em fala permeada por referências bíblicas. "Por um bom tempo fomos negligentes a ponto de falarmos que não poderia misturar política com religião, e o mal tomou o espaço. Chegou o momento da libertação", disse a ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, braço feminino da legenda.

 

Em seguida, falaram ao público na Paulista Gustavo Gayer e Nikolas Ferreira, parlamentares do PL na Câmara. Gayer, que é pré-candidato a prefeito de Goiânia, enfatizou o número de presentes na Paulista. "Hoje, um recado está sendo dado, e o recado é: 'Nós não vamos parar, nós não vamos desistir'", disse.

 

Nikolas Ferreira discursou em seguida e conclamou um possível retorno de Jair Bolsonaro à Presidência, ainda que o ex-presidente esteja inelegível até 2031. "Nossos filhos e os filhos dos nossos filhos verão um Brasil verde e amarelo", afirmou.

 

Quem fechou a tríade de parlamentares do "núcleo duro" do bolsonarismo foi o senador Magno Malta. Pastor, ele fez um discurso com referências cristãs, assim como a ex-primeira-dama. "A diferença entre nós e eles é que o mar (Vermelho, referência bíblica) fica revolto a nós. A diferença é que Jesus está no nosso barco", disse, na breve intervenção.

 

Tarcísio de Freitas, na sequência, fez elogios efusivos a Bolsonaro, seu padrinho político. "Bolsonaro não é mais um CPF, não é mais uma pessoa", disse o governador de São Paulo, para quem o ex-presidente passa a representa um "movimento".

 

O chefe do Executivo estadual discursou em nome dos outros governadores presentes: Ronaldo Caiado (União), de Goiás, Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais.

 

O entorno político dele se envolveu diretamente no chamamento ao ato. Arthur Lima, secretário-chefe da Casa Civil de São Paulo, convocou manifestantes às ruas por meio das redes.

 

A Silas Malafaia, que não possui cargo eletivo, coube o discurso mais inflamado. Com constantes ressalvas de que não discursava em ataque ao Supremo Tribunal Federal (STF), o pastor fez críticas contundentes à Corte.

"Alexandre de Moraes disse que a extrema direita tem que ser combatida na América Latina. Como um ministro do STF tem lado?", criticou o pastor, que também mirou Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo. "Ministro Barroso disse: 'Nós derrotamos o bolsonarismo'. Isso é uma vergonha. É uma afronta ao povo", afirmou Malafaia ao público na Paulista.

 

Segundo o pastor, se Bolsonaro for preso, o "destruído" não será o ex-presidente. "Você vai sair de lá exaltado. Se eles te prenderem, não vai ser para a sua destruição, mas para a destruição deles. Você vai sair de lá exaltado."

 

Em discurso que fechou o ato, Jair Bolsonaro negou liderar uma articulação golpista depois da derrota nas eleições. "Golpe é tanque na rua, é arma, é conspiração. Nada disso foi feito no Brasil. Por que continuam me acusando de golpe?", disse. "Golpe usando a Constituição? Deixo claro que estado de sítio começa com presidente convocando conselho da República. Isso foi feito? Não."

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Em 2024, cerca de 880 turistas russos visitaram a Coreia do Norte, segundo o Ministério da Unificação da Coreia do Sul, que citou dados oficiais da Rússia. As excursões em grupo da China para o país, no entanto, ainda não foram retomadas. Isso reflete a crescente aproximação entre Coreia do Norte e Rússia, já que Pyongyang tem fornecido armas e tropas para Moscou em apoio à guerra na Ucrânia. Fonte: Associated Press.

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Com a falha, algumas minas de cobre - principal commodity do país andino - fecharam por falta de eletricidade, enquanto outras usaram energia auxiliar para continuar as operações. A maior produtora de cobre do mundo, a mineradora estatal Codelco, disse que a queda de energia "afetou todas as operações", sem dar mais detalhes. As perdas econômicas ainda estão sendo avaliadas.

A queda de energia mobilizou forças de segurança para organizar o trânsito e garantir a ordem nas cidades afetadas. No entanto, a normalização do fornecimento avançou ao longo da noite. Segundo Boric, por volta das 23h, a energia já havia sido restabelecida em metade dos 8 milhões de lares atingidos. "É fundamental que todos atuemos com responsabilidade, seguindo as instruções das autoridades", alertou o mandatário

O que aconteceu

O apagão começou no final da tarde de terça-feira e atingiu 14 das 16 regiões chilenas, incluindo Santiago, Valparaíso e o sul do país. Trens, semáforos, aeroportos e serviços essenciais foram afetados, com hospitais e prédios públicos recorrendo a geradores de emergência. Além disso, a paralisação impactou diretamente a economia chilena, suspendendo temporariamente a operação da maior mina de cobre do mundo, pertencente à estatal Codelco.

Boric destacou que o governo adotou medidas para garantir a segurança da população. "Por parte do governo trabalhamos para garantir a segurança das pessoas, por isso tomei a decisão de decretar um estado de exceção por catástrofe, desde a Região de Arica e Parinacota até Los Lagos, além do toque de recolher das 22h de hoje até as 6h de quarta-feira nas mesmas regiões.".

A Coordenação Nacional de Eletricidade informou que a falha teve origem em uma linha de transmissão de alta tensão que conecta o Deserto do Atacama à capital Santiago. O colapso causou uma reação em cadeia, levando ao desligamento de diversas usinas e resultando no apagão generalizado. Apesar da gravidade, as autoridades afastaram a hipótese de ataque cibernético ou sabotagem.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira, 25, que planeja criar um visto "ouro" com um caminho para a cidadania americana que custaria cerca de US$ 5 milhões (aproximadamente R$ 29 milhões na cotação atual), substituindo um visto de 35 anos para investidores.

"Vamos vender um cartão dourado (...) Vamos colocar um preço nele" de "cerca de US$ 5 milhões", disse Trump a repórteres no Salão Oval da Casa Branca. "Eles serão ricos e bem-sucedidos, gastarão muito dinheiro, pagarão muitos impostos e empregarão muitas pessoas, e achamos que serão extremamente bem-sucedidos", disse Trump sobre o público-alvo do programa.

"Conheço alguns oligarcas russos que são pessoas muito boas", disse. "É possível" que eles se qualifiquem para isso, ele acrescentou.

O Secretário de Comércio Howard Lutnick disse que o "Trump Gold Card" substituiria os vistos EB-5 em duas semanas. Os EB-5s foram criados pelo Congresso em 1990 para gerar investimento estrangeiro e estão disponíveis para pessoas que gastam cerca de US$ 1 milhão em uma empresa que emprega pelo menos 10 pessoas.

Lutnick disse que o cartão dourado - na verdade, um green card, ou residência legal permanente - aumentaria o preço de admissão para investidores e acabaria com a "fraude" e o "absurdo" que ele disse caracterizar o programa EB-5. Como outros green cards, ele incluiria um caminho para a cidadania.

Cerca de 8 mil pessoas obtiveram vistos de investidor no período de 12 meses encerrado em 30 de setembro de 2022, de acordo dados mais recentes do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. O Congressional Research Service, agência governamental dos EUA, relatou em 2021 que os vistos EB-5 apresentam riscos de fraude, incluindo a verificação de que os fundos foram obtidos legalmente.

Trump não mencionou os requisitos para criação de empregos. E, embora o número de vistos EB-5 seja limitado, Trump sugeriu que o governo federal poderia vender 10 milhões de "vistos gold" para reduzir o déficit. Ele disse que "poderia ser ótimo, talvez seja fantástico".

"É algo como um green card, mas em um nível mais alto de sofisticação, é um caminho para a cidadania para as pessoas, e essencialmente pessoas ricas ou pessoas de grande talento, onde as pessoas ricas pagam para que essas pessoas talentosas entrem, o que significa que as empresas pagarão para que as pessoas entrem e tenham status de longo, longo prazo no país", disse.

O Congresso determina as qualificações para a cidadania, mas Trump disse que este tipo de visto não exigiria aprovação do Congresso.