Miss São Paulo acontece hoje; veja onde assistir e conheça as candidatas

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O Miss Universe São Paulo, concurso que dá vaga para a vencedora disputar o Miss Brasil (e potencialmente até o Miss Universo), acontece hoje, quarta-feira, 24. É possível assistir ao vivo pelo YouTube ou no canal ConnecTV. O horário previsto para início da transmissão é 21h.

 

Ao todo, são 32 candidatas que disputam a coroa de Miss São Paulo. A vencedora deve receber a honraria de Vitória Brodt, a eleita de 2023.

 

Como assistir ao Miss São Paulo 2024 pelo YouTube

- A transmissão ao vivo do evento ficará disponível no canal da organização.

- Para conferir como é possível assistir ao ConecTV, há indicação no Instagram da emissora.

 

Candidatas

O concurso Miss São Paulo deste ano tem entre as 32 participantes, 9 mães e 11 delas casadas, o que representa, respectivamente, 28% e 34% do grupo. Além disso, metade das concorrentes, ou seja, 16, tem mais de 28 anos, idade limite até dezembro de 2023, que foi abolido a partir de janeiro deste ano, permitindo a inscrição de mulheres a partir de 18 anos, sem restrição de idade.

 

Aparecida do Norte

Débora Vitti, 21 anos, empresária

 

Araraquara

Suelen Dias, 29 anos, farmacêutica

 

Araras

Vitoria Granatto, 21 anos, modelo

 

Artur Nogueira

Tatiana Godoy, 30 anos, gerente comercial

 

Campos do Jordão

Thaís Souto, 28 anos, empreendedora e criadora de conteúdo

 

Canas

Claudia Alves, 18 anos, trabalha na Canção Nova e grava conteúdo para internet

 

Cachoeira Paulista

Carla Ribeiro, 19 anos, estudante de medicina veterinária, modelo e corretora autônoma

 

Cruzeiro

Maria Eduarda Del Carlo, 24 anos, modelo

 

Dracena

Gabriela Ferreira, 21 anos, redatora publicitária

 

Guariba

Gabriela Abreu, 35 anos, advogada

 

Guarulhos

Keila Lima, 33 anos, gestora comercial e modelo

 

Hortolândia

Patrícia Marchi, 36 anos, produtora multimídia e empresária

 

Ilhabela

Ariana Mello, 22 anos, atriz, modelo, influenciadora e estudante de jornalismo

 

Itapetininga

Jana Oliveira, 26 anos, personal trainer

 

Itatiba

Hellyen Fusco, 36 anos, empresária

 

Itu

Talia Cruz, 22 anos, influenciadora digital e modelo

 

Jundiaí

Inaê Barros, 25 anos, influenciadora digital e ex-bailarina do Faustão

 

Limeira

Daiane Oliveira, 27 anos, empreendedora na área alimentícia

 

Lorena

Danielle Scicchitano, 31 anos, cabeleireira

 

Mauá

Karoline Morais, 33 anos, modelo, bailarina clássica, dançarina do SBT e ex-bailarina do Faustão

 

Osasco

Lara Soares, 34 anos, servidora pública

 

Porto Feliz

Dandara Arruda, 19 anos, garçonete e estudante de engenharia de produção

 

Salto de Pirapora

Cárol Valenttino, 28 anos, jornalista e Miss Grand São Paulo 2022

 

Santa Lúcia

Maria Clara Franco, 19 anos, atua no controle de qualidade

 

São Bernardo do Campo

Milla Vieira, 25 anos, modelo, atriz, empresária e Miss Brasil Supranational 2014

 

São Caetano do Sul

Marjorie Rossi, 34 anos, advogada

 

São Carlos

Anna Luisa Maçonetto, 41 anos, modelo comercial e empresária

 

São José dos Campos

Andressa Mello, 35 anos, sommelier de cerveja

 

São Paulo capital

Larissa Lelis, 27 anos, modelo e bancária

 

Socorro

Camila Bueno, 35 anos, maquiadora e modelo

 

Várzea Paulista

Isabelle de Souza, 19 anos, estudante de administração, modelo, apresentadora e recreadora infantil

 

Vinhedo

Daiane Floriano, 37 anos, autônoma

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As hospitalizações de crianças pequenas por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) tiveram um aumento em vários Estados do País, de acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira, 3.

O painel considera dados referentes ao período de 23 a 29 de março e indica que a alta está possivelmente associada ao vírus sincicial respiratório (VSR).

Segundo o boletim, 10 Estados e o Distrito Federal apresentaram níveis de incidência de SRAG em alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas e possuem tendência de crescimento. São eles: Acre, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Norte e Roraima.

Amazonas, Mato Grosso, Tocantins e Sergipe também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta ou risco, mas com sinal de estabilização no longo prazo.

Com relação às capitais, 12 apresentaram níveis alarmantes de SRAG com tendência de crescimento: Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Florianópolis, Macapá, Palmas, Rio Branco, Rio de Janeiro, São Luís e Vitória.

O boletim também destaca a manutenção do crescimento de casos de hospitalizações por SRAG em crianças de até 2 anos nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste.

A SRAG é uma complicação respiratória causada pelo agravamento de alguma infecção viral. O quadro afeta os pulmões e causa uma série de sintomas graves, como baixa saturação, calafrios e dificuldade para respirar.

Diante do aumento de hospitalizações, o recomendado é usar máscaras N95 ou PFF2 quando sintomas de gripe ou resfriado aparecerem. Também é indicado usar o equipamento de proteção dentro de unidades de saúde, onde há uma maior exposição aos vírus.

Rinovírus e influenza

Outro vírus que tem circulado bastante, principalmente no Norte e Centro-Oeste, é o rinovírus. Os principais afetados são crianças e adolescentes com idades entre 2 e 14 anos.

O boletim não registrou um aumento no número de casos graves relacionados ao vírus influenza, causador da gripe. Mas é provável que ocorra um crescimento nas próximas semanas. A Fiocruz recomenda que todas as pessoas, principalmente aquelas que integram o grupo de risco, estejam em dia com a vacinação - em São Paulo, a campanha contra gripe já começou e as doses estão disponíveis nos postos de saúde.

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência foi de 45,2% de casos positivos para VSR, 34,4% de rinovírus, 7,9% de influenza A, 1,9% de influenza B e 14,2% de Sars-CoV-2 (causador da covid-19). Quanto aos óbitos, a prevalência foi de 3,6% de VSR, 14% de rinovírus, 10,9% de influenza A, 2,1% de influenza B e 62,7% de Sars-CoV-2.

VSR e rinovírus

O VSR é um dos principais causadores de bronquiolite, uma infecção viral aguda que afeta os bronquíolos, pequenas ramificações nos pulmões.

No início, o vírus pode provocar sintomas semelhantes aos de um resfriado comum, como tosse, dor de cabeça e coriza. Com o tempo, ele alcança as vias aéreas inferiores e passa a causar sintomas respiratórios mais graves, como a bronquiolite.

A doença provoca inflamação e acúmulo de muco, dificultando a respiração. Conforme progride, surgem sinais como respiração acelerada, chiado no peito e agravamento da tosse. Em casos mais severos, ela pode evoluir para insuficiência respiratória e levar à morte.

Já o rinovírus é o agente viral mais comumente associado a infecções no trato respiratório. De fácil transmissão, é responsável pela maioria dos resfriados e costuma circular durante todo o ano, com maior incidência na primavera.

O vírus não costuma provocar complicações, mas em pacientes com comorbidades, especialmente crianças pequenas, pode evoluir para quadros mais graves.

Um homem de 37 anos foi morto a facadas durante uma tentativa de assalto, na noite desta quinta-feira, 4, no Parque Ecológico do Tietê, no bairro Vila Santo Henrique, zona leste de São Paulo.

O homem caminhava por uma trilha, quando foi abordado por outro homem que tentou roubar seu celular. A vítima foi esfaqueada e chegou a ser socorrida, mas não resistiu. O suspeito, de 41 anos, foi preso em flagrante.

O local fica próximo à estação de trem Engenheiro Goulart, que estava fechada naquele horário. De acordo o registro policial, testemunhas relataram que o homem saiu do parque gritando que havia sido assaltado por um homem armado com uma faca. Ele apresentava ferimentos nos braços e nas pernas. A vítima chegou a descrever o agressor antes de desmaiar. A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrências.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP), no local foi constatado que a vítima estava caminhando pela Via Parque, quando foi abordada pelo criminoso, que tentou roubá-lo. Na ação, o homem foi esfaqueado. A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Em diligências, os PMs localizaram o autor do crime escondido em uma área de mata e o detiveram. Ele estava com as roupas sujas de sangue. Segundo a SSP, testemunhas o reconheceram como o autor do crime. O suspeito foi levado para a delegacia e permaneceu à disposição da Justiça. O caso foi registrado como tentativa de roubo no 24° Distrito Policial, na Ponte Rasa.

Vítimas de latrocínios

A capital paulista teve alta de 23,2% nos latrocínios em 2024, com 53 vítimas no período. Em janeiro deste ano, este crime desacelerou, e, em fevereiro, manteve a tendência de queda. Mas uma onda de crimes violentos - incluindo em bairros de classe média alta, como Pinheiros, na zona oeste, e Itaim-Bibi, na zona sul - tem assustado os paulistanos, como mostra o Radar da Criminalidade, ferramenta exclusiva do Estadão.

Em fevereiro, a médica Marília Dalprá, de 67 anos, sofreu uma tentativa de assalto ao sair para caminhar no Parque Continental, zona oeste Ela teve quatro costelas quebradas e parte do pulmão comprometida. "'Deu para ouvir o barulho das minhas costelas quebrando", disse ao Estadão.

No mesmo mês, o ciclista Vitor Medrado, de 46 anos, morto a tiros perto do Parque do Povo, no Itaim-Bibi, zona sul - foi um dos cinco casos registrados em fevereiro. Ele estava em sua bicicleta quando foi abordado por dois assaltantes. "A pessoa (ladrão) não teve coragem nem de olhar no olho dele para falar 'me entrega o celular'", disse ao Estadão a enfermeira Jaquelini Santos, de 40 anos, viúva da vítima. Três suspeitos foram presos pelo crime.

Entre outros casos de latrocínio marcados pela brutalidade, estão as mortes do delegado Josenildo Belarmino de Moura Júnior, de 32 anos, durante assalto no bairro Chácara Santo Antônio, na zona sul, e de Vitor Rocha e Silva, de 23 anos, baleado em assalto em Pinheiros, zona oeste.

A Secretaria da Segurança afirma que segue intensificando as ações de combate aos roubos cometidos com uso de violência que podem evoluir para latrocínio.

A entrega da duplicação do trecho inicial da Rodovia Castello Branco foi adiada para dezembro de 2026 pela CCR ViaOeste. A obra começou em outubro de 2022 e, na previsão inicial, segundo informado pela concessionária em 2023, seria concluída em março deste ano.

Ainda de acordo com a CCR, durante a execução das obras das novas vias marginais, foram identificadas interferências não previstas, como redes de água, gás e esgoto, desapropriações adicionais "exigindo adequações no planejamento e ajustes no cronograma."

A reportagem questionou a Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) sobre o atraso, mas não recebeu retorno.

A concessionária deixou de gerenciar a rodovia após perder o leilão para a EcoRodovias na disputa pelo trecho. Apesar de não ser mais a responsável, ela tem a obrigação contratual de concluir as obras previstas.

Atualmente, as frentes atuam nos segmentos viários, contenção, Obras de Arte Especiais (OAE) e remanejamento dessas interferências, com intervenções nos seguintes trechos:

- km 26 oeste na ponte (sentido interior);

- km 23 oeste (sentido interior);

- km 24 leste (sentido capital);

- km 23 ambos os sentidos no viaduto do Trevo de Alphaville;

- km 24+500 na Marginal da Ponte Oeste (Ponte Guilherme de Almeida).

Em nota, a CCR afiram que reestruturou o cronograma, "prevendo entregas parciais conforme os trechos forem sendo liberados e conclusão total até dezembro de 2026."

As obras de ampliação das vias marginais da Rodovia Castello Branco (SP 280) têm como objetivo melhorar a fluidez do tráfego da região com o aumento da capacidade das vias, através da implantação de faixas adicionais e construção de pontes paralelas à Ponte Guilherme de Almeida, além de adequar os acessos à Alphaville e Barueri, facilitando o escoamento do tráfego.